Geografia de Coronel Fabriciano

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Geografia de Coronel Fabriciano

Mapa de Coronel Fabriciano

Região Sudeste
Estado Minas Gerais
Coordenadas geográficas 19° 31' S 42° 37' O
Área  
 - Total 221,049 km² [1]
 - Zona urbana 13,1549 km² [1]
 - Zona rural 207,894 km² [1]
Limites  
 - Municípios limítrofes Oeste: Ferros; Norte: Joanésia e Mesquita; Leste: Ipatinga; Sudoeste: Antônio Dias; Sul: Timóteo.[2]
Relevo Predominantemente montanhoso [2]
Extremos de elevação  
 - Ponto mais alto 1 260 m.[2]
 - Ponto mais baixo 220 m.[2]
Hidrografia  
 - Bacia hidrográfica Rio Doce [2]
 - Principais rios Piracicaba e Córrego Caladão.[2]
Clima Tropical Aw.[2]

A geografia de Coronel Fabriciano, um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, é homogênea. Conta com um relevo predominantemente montanhoso e possui clima tropical. A cidade, pertencente à mesorregião do Vale do Rio Doce e microrregião de Ipatinga, localiza-se a nordeste da capital do estado, distando desta cerca de 198 km. Ocupa uma área de 221,049 km² e sua população foi estimada em 2010 pelo IBGE em 103 797 habitantes,[3] sendo assim o 27º mais populoso do estado de Minas Gerais e o segundo de sua microrregião.

A sua área total representa 0,0377 % do estado de Minas Gerais, 0,0239 % da Região Sudeste e 0,0026 % de todo o território brasileiro.[4] 13,1549 km² estão em perímetro urbano.[1] O município faz parte da Região Metropolitana do Vale do Aço, que ultrapassa os 449 340 habitantes. Além das quatro principais cidades (Coronel Fabriciano, Ipatinga, Santana do Paraíso e Timóteo), há outras 22 no colar metropolitano.[5]

A cidade tem uma temperatura média anual de 21,6 °C e a vegetação do município é de Mata Atlântica e cerrado. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,789, considerando-se assim como médio, em relação ao estado de Minas Gerais.[3]

Índice

[editar] Localização

A cidade está localizada no leste do estado brasileiro de Minas Gerais. Está na mesorregião do Vale do Rio Doce e microrregião de Ipatinga, a nordeste de Belo Horizonte, capital do estado. Situa-se no interior mineiro, ocupando uma área de 221,049 km². Esse total representa 0.0377 % do estado de Minas Gerais, 0.0239 % da Região Sudeste e 0.0026 % de todo o território brasileiro.[4] 13,1549 km² estão localizados no perímetro urbano municipal.[1] Situa-se entre os paralelos 19° 31' 08" de latitude sul e 42° 37' 44" de longitude oeste.[6]

[editar] Região metropolitana e limites

O intenso crescimento da região tem tornado inefetivas as fronteiras políticas entre os municípios da região, criando a Região Metropolitana do Vale do Aço, envolvendo além de Coronel Fabriciano, os municípios de Ipatinga, Santana do Paraíso, Timóteo e os outros 22 municípios do colar metropolitano. A região tornou-se conhecida internacionalmente em virtude de grandes empresas que se encontram na região, a exemplo da Cenibra (em Belo Oriente), ArcelorMittal Timóteo (antiga Acesita, em Timóteo) e Usiminas (Ipatinga), todas com um crescente volume de produtos exportados.[5]

Coronel Fabriciano faz divisa com os municípios de Joanésia e Mesquita, a norte; Ipatinga, a leste; Timóteo, a sul; e Ferros, a oeste.[2]

Dados dos municípios da Região Metropolitana do Vale do Aço
Município Área (km²) População (2008) PIB (2005) IDH (2000)
Ipatinga 166 241.720 4.422.997.000 0,806
elevado
Coronel Fabriciano 221 104.415 451.426.000 0,789
médio
Timóteo 145 81 119 1.942.089.000 0,831
elevado
Santana do Paraíso 276 24.105 108.346.000 0,712
médio
Total 808 449.340 6.824.858.000 0,803
elevado


[editar] Geologia e relevo

Coronel Fabriciano tem a altitude média de 250 metros. O ponto culminante do município está na Serra Cocais das Estrelas, que mede 1 260 metros. A altitude mínima se encontra no Rio Piracicaba, com 220 metros.[6] Na cidade predomina um relevo montanhoso. Cerca de 80% do território fabricianense é de terras formadas de mares de morros e montanhas, 15% são áreas onduladas e nos 5% restantes o terreno é plano. Grande parte do relevo montanhoso está na Serra dos Cocais.[2]

A região do município de Coronel Fabriciano está inserida na depressão interplanáltica do Vale do Rio Doce, que tem 200 km de comprimento e 50 km de largura. O relevo é resultado de uma dissecação fluvial atuante nas rochas granito-gnáissicas do período pré-cambriano.[7] Em grande parte da Bacia do rio Doce predomina solos acentuadamente drenados que ocorrem principalmente nos planaltos dissecados. Este conjunto apresentou, na região, solos com baixa saturação de bases (distróficos) e alta saturação com alumínio (álicos). São formados de rochas predominantemente gnaissicas, leuco e mesocráticas, porém de caráter ácido, magmáticos charnoquitos, xistos e de depósitos argilo-arenosos. Outros tipos de solo que ocorrem em menor percentagem são: latossolo húmico, solos litólicos, cambissolos e afloramentos de rochas, dentre outros.[7]

[editar] Hidrografia

O município faz parte da Bacia do rio Doce e é banhado pelo Rio Piracicaba, um dos principais afluentes do Rio Doce. No subsolo, abaixo do rio Piracicaba, está localizado um aquífero aluvionar que é de onde é extraída a água utilizada para o suprimento da região do Vale do Aço.[8] Coronel Fabriciano também é cortado de norte a sul pelo Córrego Caladão, que nasce na Serra dos Cocais e desagua no Rio Piracicaba.[6] Atualmente o córrego sofre um grave problema com a degradação ambiental, principalmente com o despejo de lixo e esgoto ao longo de seu curso, assoreamento das margens, poluição hídrica com esgotos domésticos e de pequenas indústrias, oficinas ou matadouros, extinção da biodiversidade local e erosão.[9] O município ainda possui muitos pequenos ribeirões e riachos ao longo de seu território, como o ribeirão Caladinho, o córrego dos Gouveia e o ribeirão Cocais Pequeno. Neste último, em um trecho localizado a cerca de 6 quilômetros do bairro Belvedere, é considerado como uma praia de água doce: a praia do Cachoeirão, que é uma das atrações naturais da cidade.[10]

Para resolver o problema com as enchentes no Caladão, será construído um parque linear com o objetivo de aumentar a capacidade do Córrego em receber as águas das chuvas, diminuindo os problemas que há anos causam estragos na cidade. A previsão é que as óbras sejam iniciadas até dezembro de 2010. Essa obra terá 9,2 quilômetros de extensão, numa área que abrange 70% da população fabricianense.[11]

Durante a época chuvosa, que normalmente vai de outubro a março, também são comuns enchentes em áreas baixas do município ao longo do curso do rio Picacicaba. Na cidade, o principal bairro afetado pelas inundações é o Manoel Domingos, conhecido também Dom Helvécio ou Prainha, por se localizar às margens do rio. É comum muitas de suas ruas ficarem debaixo da água durante o período chuvoso. Um estudo realizado recomendou a desocupação de áreas inundáveis na região. Outros bairros frequentemente afetados são o Mangueiras e Amaro Lanari.[12][13]

[editar] Clima

O clima de Coronel Fabriciano é considerado tropical (tipo Aw segundo Köppen),[14] com diminuição de chuvas no inverno e temperatura média anual de 21,62 °C, tendo invernos secos e amenos (raramente frios) e verões chuvosos com temperaturas moderadamente altas. Os meses mais quentes, fevereiro e março, tem temperatura média de 29,2 °C e o mês mais frio, julho, de 11,5 °C. Outono e primavera são condideradas como estações de transição.[15]

Pôr-do-sol no município em 17 de junho de 2010.

A precipitação média anual é de 1376,2 mm, sendo julho o mês mais seco, quando ocorrem apenas 11,4 mm. Em dezembro, o mês mais chuvoso, a média fica em 257,1mm.[15] Nos últimos anos, entretanto, os dias quentes e secos durante o inverno têm sido cada vez mais frequentes, não raro ultrapassando a marca dos 30 °C, especialmente entre os meses de julho e setembro. Em julho de 1998 a precipitação de chuva não passou dos 0 mm.[16] Durante a época das secas e em longos veranicos em pleno período chuvoso, também são comuns registros de fumaça de queimadas em morros e matagais. Principalmente na zona rural da cidade.[17] Como já dito acima, durante a época das chuvas o município é constantemente atingido por deslizamentos de terra e pelas cheias do Rio Piracicaba e do Córrego Caladão.[18][19][20][21]

Durante os períodos de 1960 – 1964 e 2000 – 2002, a temperatura mínima registrada na cidade foi de 7 °C, no dia 18 de julho de 2000.[22] A máxima registrada nestes períodos foi de 39,5 °C, no dia 3 de fevereiro de 2001.[23] Durante os anos de 1940 – 1974 e 2000 – 2002, o maior acumulado de chuva em menos de 24 horas foi de 135 mm em 23 de novembro de 1962.[24] Outros grandes acumulados nestes anos foram registrados em 2 de abril de 1941, com 123 mm;[25] 112 mm nos dias 27 de janeiro de 1953[26] e 20 de dezembro de 1960;[27] 110 mm no dia 12 de março de 1973;[28] 108 mm no dia 14 de janeiro de 1941;[29] 106 mm em 10 de março de 1960;[30] e 103 mm em 9 de fevereiro de 2000.[31] Tempestades de granizo também não são comuns na cidade, mas algumas das mais recentes ocorreram em 4 de setembro de 2006,[32] 8 de março de 2010,[33] 23 de fevereiro de 2011[34] e 16 de maio de 2011.[35] Existem relatos de ocorrência de uma tromba-d'água no município em 1959.[36]


Dados climatológicos para Coronel Fabriciano
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima registrada (°C) 36,3 39,5 36,1 36,0 36,0 31,5 34,0 33,0 35,5 37,2 35,5 35,5 39,5
Temperatura máxima média (°C) 29,0 29,2 29,2 27,6 26,1 25,1 24,8 26,0 26,7 27,4 27,8 28,0 27,2
Temperatura mínima média (°C) 18,3 18,5 18,5 16,7 14,3 12,4 11,5 12,5 14,5 16,9 18,0 18,3 15,9
Temperatura mínima registrada (°C) 16,5 15,5 14,5 13,0 10,0 8,0 7,0 7,5 9,5 12,5 14,5 15,5 7,0
Precipitação (mm) 200,5 130,0 152,2 81,5 29,8 14,0 11,4 17,0 47,0 112,8 201,3 257,1 1 254,9
Fonte: Tempo Agora (médias climatológicas entre 1961 e 1990)[15]
Fonte #2: Portal de Tecnologia da Informação Para Meteorologia (recordes de 1960 a 1964 e de 2000 a 2002)[37]


[editar] Ecologia e meio ambiente

Vista parcial de Coronel Fabriciano com montanhas da Serra dos Cocais ao fundo.

Grande parte da fauna e da flora está concentrada na Serra dos Cocais, que além de ser um dos principais atrativos turísticos da cidade, está a uma altitude média de 1.200 metros acima do nível do mar. É divisor de três importantes bacias hidrográficas da região: Piracicaba, Santo Antônio e Doce. Nesta região montanhosa, a orientação variada do relevo, as variações bruscas de altitude e a influência do clima atlântico dão origem a uma infinidade de microclimas; que, associados à constituição essencialmente granítica do solo, criam aspectos particulares, resultando em características de vegetação rupestre que garantem à Serra dos Cocais um local de primazia em relação às demais. Há um projeto da criação do Parque Estadual da Serra dos Cocais, com o objetivo de promover a construção de políticas públicas ambientais, ajudando efetivamente para a preservação dos recursos naturais existentes na cidade e região.[38][39] Outra importante área de preservação ambiental no município é a APA da Biquinha. Está localizada entre o Distrito Industrial e o Belvedere, em uma área próxima a região central da cidade, contando com cerca de 70 hectares.[40] Possui relevância por ter mata nativa em regeneração onde vivem pequenos animais e pássaros diversos, existindo ainda diversas nascentes que formam cachoeiras. Conta ainda com várias trilhas, que são usadas para caminhada.[41]

O município situa-se também nas proximidades do Parque Estadual do Rio Doce. O rio Piracicaba divide o bairro Amaro Lanari do PERD, como também é conhecido.[42] Está localizado entre a cidade de Timóteo e os municípios de Marliéria e Dionísio. É a maior reserva nativa de mata atlântica do estado de Minas Gerais e uma das maiores do Sudeste brasileiro. Atualmente possui 36 970 hectares e foi criado pela Lei n.º 1119 de 14 de julho de 1944. Dentro do parque está grande parte da biodiversidade não só do Vale do Aço, mas de todo o Leste mineiro.[43]

Sede da ArcelorMittal Timóteo: o eucalipto cultivado em Fabriciano tem como uma de suas finalidades o fornecimento de matéria prima para a empresa.

A vegetação nativa do município pertence ao domínio florestal Atlântico (Mata Atlântica). Porém a monocultura de reflorestamento ocupa área maior que a Mata Atlântica, sendo que é relevante ainda em grande parte de sua microrregião. Muitas vezes o reflorestamento é realizado pelas grandes siderúrgicas locais ou ainda pela própria prefeitura. Também existe, em território fabricianense, predominância do eucalipto, que tem como finalidade a produção de matéria-prima para a fábrica de celulose da Celulose Nipo-Brasileira S/A - CENIBRA, e a produção de carvão vegetal para as siderúrgicas locais, como a Usiminas e a ArcelorMittal Timóteo.[6] Em 2008, cerca de 60% de toda a área municipal era coberta pela cultura.[44] No entanto, ainda são encontradas algumas diversidades em ilhas não devastadas, com algumas espécies de bromélias e orquídeas, além da Palmeira-indaiá, Ipê-amarelo, Embaúbas, Quaresmeiras, Samambaias, entre outras. Na época das secas (abril-setembro) é comum o amarelamento de áreas com muito mato e poucas árvores, devido a escassez de chuva.[6]

Na fauna também é comum observar espécies típicas de áreas do domínio de mata atlântica, comuns em várias regiões do próprio estado de Minas Gerais, como jacu; aves de rapina, como o gavião e o carcará; mamíferos como o lobo-guará, a onça-pintada e macaco da cara-branca; além de algumas espécies de serpentes.[6] Com o povoamento da região, várias áreas de mata nativa tiveram que ser derrubadas. Esse desflorestamento provocou o risco de extinção de diversas espécies não só da flora, mas também da fauna municipal e regional, como o Mico-leão-dourado, a Arara-azul-pequena e o Muriqui. Hoje o principal problema são as queimadas durante a época seca, que provocam a morte de diversas espécies.[45][46]

Referências

  1. a b c d e Minas Gerais. Embrapa Monitoramento por Satélite. Página visitada em 3 de setembro de 2010.
  2. a b c d e f g h i Cidades.Net. Coronel Fabriciano - MG. Página visitada em 3 de setembro de 2010.
  3. a b Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 19 de março de 2011.
  4. a b Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Dados gerais Coronel Fabriciano - MG. Página visitada em 3 de setembro.
  5. a b Lei complementar nº 90, de 12 de janeiro de 2006 (PDF). Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano - EMPLASA (12 de janeiro de 2006). Página visitada em 3 de setembro.
  6. a b c d e f Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). Dados gerais. Página visitada em 14 de janeiro de 2010.
  7. a b Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce - CBH-Doce. Caracterização da Bacia Hidrográfica. Página visitada em 4 de setembro de 2010.
  8. Jornal Vale do Aço (27 de fevereiro de 2010). Falta de chuvas reduziu reservas. Página visitada em 7 de setembro de 2010.
  9. Assessoria de Comunicação (19 de outubro de 2009). Expedição traça um retrato do Ribeirão Caladão. Página visitada em 3 de setembro de 2010.
  10. Assessoria de Comunicação (1º de julho de 2009). Inventário turístico. Prefeitura. Página visitada em 3 de setembro de 2010.
  11. Assessoria de Comunicação (1º de agosto de 2009). Parque Linear: a obra que vai mudar o curso da nossa cidade. Prefeitura. Página visitada em 3 de setembro de 2010.
  12. Julierme Ferreira (18 de dezembro de 2008). Minas tem 40 cidades em situação de emergência. Uai. Página visitada em 4 de setembro de 2010.
  13. Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce - CBH-Doce. Conclusões e recomendações. Página visitada em 4 de setembro de 2010.
  14. World Map of the Köppen-Geiger climate classification. World Map of the Köppen-Geiger climate classification. Institute for Veterinary Public Health. Página visitada em 3 de setembro de 2010.
  15. a b c Tempo Agora. Climatologia de Coronel Fabriciano - MG. Arquivado do original em 27 de dezembro de 2011. Página visitada em 29 de agosto de 2009.
  16. CPTEC/INPE (2010). Precipitação acumulada em julho de 1998 (Mario Carvalho - BRA) (em Português). BDC (Bancos de dados climatológicos). Página visitada em 3 de setembro de 2010.
  17. Assessoria de Comunicação (21 de setembro de 2009). Plantio de mudas no Sílvio Pereira I marca o Dia da Árvore. Prefeitura. Página visitada em 3 de setembro de 2010.
  18. Jornal Vale do Aço (21 de dezembro de 2006). Chuva forte gera novo caos em Fabriciano. Página visitada em 4 de setembro de 2010.
  19. Jornal Vale do Aço (7 de fevereiro de 2008). Nível do Ribeirão Caladão sobe e poderá provocar enchentes. Página visitada em 4 de setembro de 2010.
  20. G1 (23 de setembro de 2006). Chuvas fortes castigam cidades em Minas Gerais. Página visitada em 4 de setembro de 2010.
  21. Assessoria de Comunicação (20 de outubro de 2009). Defesa Civil realiza vistorias e registra ocorrências. Prefeitura. Página visitada em 4 de setembro de 2010.
  22. Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Temperaturas diárias (Máxima, Média, Mínima) – Coronel Fabriciano (MG) – 07/2000. Página visitada em 18 de agosto de 2011.
  23. Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Temperaturas diárias (Máxima, Média, Mínima) – Coronel Fabriciano (MG) – 02/2001. Página visitada em 18 de agosto de 2011.
  24. Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Precipitação acumulada em novembro de 1962 (Coronel Fabriciano - BRA). Bancos de Dados Climatológicos (BDC). Página visitada em 24 de março de 2010.
  25. Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Precipitação acumulada em abril de 1941 (Coronel Fabriciano - BRA). Bancos de Dados Climatológicos (BDC). Página visitada em 30 de dezembro de 2009.
  26. Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Precipitação acumulada em janeiro de 1953 (Coronel Fabriciano - BRA). Bancos de Dados Climatológicos (BDC). Página visitada em 28 de julho de 2010.
  27. Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Precipitação acumulada em dezembro de 1960 (Coronel Fabriciano - BRA). Bancos de Dados Climatológicos (BDC). Página visitada em 24 de março de 2010.
  28. Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Título não preenchido, favor adicionar. Bancos de Dados Climatológicos (BDC). Página visitada em 30 de dezembro de 2009.
  29. Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Precipitação acumulada em janeiro de 1941 (Coronel Fabriciano - BRA). Bancos de Dados Climatológicos (BDC). Página visitada em 18 de janeiro de 2011.
  30. Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Precipitação acumulada em março de 1960 (Coronel Fabriciano - BRA). Bancos de Dados Climatológicos (BDC). Página visitada em 19 de agosto de 2010.
  31. Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Chuma acumulada 24h – Coronel Fabriciano (MG) – 02/2000. Página visitada em 18 de agosto de 2011.
  32. Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) (1º de outubro de 2006). Eventos meteorológicos do mês de setembro de 2006 (PDF). Página visitada em 30 de dezembro de 2009.
  33. Jornal Vale do Aço (10 de março de 2010). Temporal de meia hora assola a região. Página visitada em 11 de março de 2010.
  34. Climatempo (24 de fevereiro de 2011). Ipatinga: sol e calor, de novo. Página visitada em 24 de fevereiro de 2011.
  35. Climatempo (17 de maio de 2011). Choveu granizo em Coronel Fabriciano - MG. Página visitada em 18 de maio de 2011.
  36. Jornal Vale do Aço (2 de dezembro de 2008). A maldição dos anos terminados em 9. Página visitada em 19 de julho de 2010.
  37. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC). Busca por cidade. Portal de Tecnologia da Informação Para Meteorologia (Protim). Página visitada em 19 de março de 2011.
  38. Jornal Vale do Aço (28 de junho de 2009). Projeto quer transformar Serra dos Cocais em Parque Estadual. Página visitada em 4 de outubro de 2010.
  39. CityBrazil. Atrativos Naturais. Página visitada em 3 de setembro de 2010.
  40. Jornal Vale do Aço (12 de junho de 2010). Coronel Fabriciano: ONG luta para preservar a ‘Biquinha’. Página visitada em 1º de outubro de 2010.
  41. Jornal Vale do Aço (7 de novembro de 2010). Biquinha pode se transformar em ‘Área de Interesse Ecológico’. Página visitada em 4 de outubro de 2010.
  42. Jornal Vale do Aço (30 de maio de 2010). Saúde pública. Página visitada em 7 de setembro de 2010.
  43. Instituto Estadual de Florestas - IEF. Parque Estadual do Rio Doce. Página visitada em 7 de setembro de 2010.
  44. Guia Vale do Aço (16 de abril de 2008). 1ª Conferência de Meio Ambiente. Página visitada em 5 de outubro de 2010.
  45. Jornal Vale do Aço (8 de novembro de 2007). Animais em extinção nascem no Zôo da Usipa. Página visitada em 1º de outubro de 2010.
  46. In360 (6 de setembro de 2010). Cresce o número de queimadas no Vale do Aço. Página visitada em 1º de outubro de 2010.

[editar] Ver também

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