| Júlia Kubitschek | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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O Júlia Kubitschek (antigo Professora Júlia Kubitschek), popularmente conhecido como JK,[2] é um bairro do município brasileiro de Coronel Fabriciano, interior do estado de Minas Gerais. Localiza-se no distrito Senador Melo Viana, sendo que está situado no Setor 4.[3] De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sua população no ano de 2010 era de 3 452 habitantes, cujo valor representava 3,3% do total do município e estava distribuído em uma área de 1,44 km².[1]
Aquela área, que até o final da década de 1960 pertencia à Diocese de Mariana, foi loteada e o bairro foi oficialmente criado no ano de 1971, sob mandato do prefeito Mariano Pires Pontes. O nome foi dado em homenagem a Júlia Kubitschek, que havia falecido recentemente, mãe do ex-presidente brasileiro Juscelino Kubitschek. Este compareceu à cerimônia de fundação do bairro. No começo da década de 70 ainda havia poucas casas, porém no decorrer das décadas de 80 e 90 houve um crescimento populacional da localidade, que passou a ter infraestrutura e comércio.[2]
Situa-se em uma área de Coronel Fabriciano que está em constante crescimento populacional e comercial, em função da falta de espaço para construções na região central da cidade,[4] sendo que atualmente os principais atrativos do bairro resumem-se em festas e eventos organizados pela Igreja Presbiteriana do JK, Igreja Nossa Senhora de Lourdes e Escola Estadual Zacarias Roque.
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A região do atual bairro pertencia, até o final da década de 1960, à Diocese de Mariana, sendo que era administrada pelo pároco local, padre Rocha; assim como as terras de vários outros atuais bairros, como o São Domingos, o Recanto Verde, e o Bom Jesus.[2] Após a morte do padre, estas áreas foram sendo vendidas ou dadas a outros administradores, sendo que a então fazenda onde hoje está o bairro JK foi comprada em 1970 por Fábio Xavier Pinheiro.[2]
Após a compra do lote, em 1971 parte desta fazenda foi loteada, elevando-se à categoria de bairro neste mesmo ano, no mandato do prefeito Mariano Pires Pontes. A outra parte do terreno continua a ser uma fazenda, que pertence à zona rural municipal.[2] Por sugestão do então deputado federal Aníbal Teixeira de Souza, o nome do bairro homenageia Júlia Kubitschek, que havia falecido recentemente, mãe do ex-presidente brasileiro Juscelino Kubitschek. Este compareceu à cerimônia de fundação do JK, como o lugar é conhecido atualmente e o nome foi oficializado pelos poderes legislativo e executivo de Fabriciano pouco tempo depois.[2]
À época da visita de Juscelino Kubitschek, o bairro contava com poucas ruas e casas. Não havia abastecimento de água e coleta de esgoto, sendo que quando chovia ocorriam enchentes na parte baixa e grandes deslizamentos de terra na parte alta.[2] Somente no decorrer da década de 1980 é que o lugar começou a se desenvolver estrutural e demograficamente. Em 1º de outubro de 1982 foi fundada a primeira grande escola, a Escola Estadual Zacarias Roque, que já funcionava desde 1964 no bairro Bom Jesus e fora transferida para um espaço mais amplo no JK. Seu nome homenageia José Zacarias da Silva Roque, 1º tabelião do distrito Senador Melo Viana.[2] Em 1984 veio a ser criada a Associação Comunitária dos Moradores do Bairro JK, atualmente inativa, e em 1985 foi inaugurada a Igreja Nossa Senhora de Lourdes, cujo terreno foi adquirido em 1974. No decorrer da década de 1990 o bairro passou a ser atendido pelo serviço de abastecimento de energia elétrica, redes de esgoto e por linhas de ônibus.[2]
Cerca de 80% do território fabricianense é formado de mares de morros, enquanto que 15% são de terras onduladas e nos 5% restantes o terreno é plano.[5] No Júlia Kubitschek também há grande variação de altitude, sendo que o bairro é cercado por altos morros a sul, leste e norte. Nas partes mais altas são comuns deslizamentos de terra, que provocam danos em várias residências, em função de casas irregulares construídas em locais impróprios. A oeste da localidade passa o Córrego Caladão.[6]
No JK não passa nenhum rio, entretanto é banhado pelo Córrego Caladão, que nasce na Serra dos Cocais e desagua no Rio Piracicaba após percorrer 10 km, passando por vários outros bairros de Fabriciano, como o Manoel Maia, o Floresta, o Melo Viana, o Gionannini e o Santa Helena. Atualmente o córrego sofre com a sujeira e poluição vinda de residências, pequenas indústrias, oficinas ou matadouros. Também há, ao longo de seu curso, assoreamento das margens e erosão; o que vêm colaborando para a extinção de espécies da biodiversidade local e regional, sendo que na época das chuvas são comuns enchentes nas áreas mais baixas do distrito.[7][8]
O clima do JK, assim como o fabricianense, é caracterizado, segundo o IBGE, como tropical quente semiúmido (tipo Aw segundo Köppen),[9] tendo temperatura média anual de 21,4 °C com invernos secos e amenos (raramente frios) e verões chuvosos com temperaturas moderadamente altas.[10][11]
O mês mais quente, fevereiro, tem temperatura média de 23,8 °C, sendo a média máxima de 29,1 °C e a mínima de 18,5 °C. E o mês mais frio, julho, de 18,1 °C, sendo 24,8 °C e 11,4 °C as médias máxima e mínima, respectivamente. Outono e primavera são estações de transição.[12] A precipitação média anual é de 1344,3 mm, sendo julho o mês mais seco, quando ocorrem apenas 9,5 mm. Em dezembro, o mês mais chuvoso, a média fica em 295,8 mm.[12]
| Dados climatológicos para o bairro Júlia Kubitschek, distrito Senador Melo Viana | |||||||||||||
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| Mês | Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez | Ano |
| Temperatura máxima média (°C) | 28,9 | 29,1 | 29,1 | 27,7 | 26,2 | 25,2 | 24,8 | 26,2 | 26,9 | 27,6 | 27,8 | 27,9 | 27,1 |
| Temperatura mínima média (°C) | 18,3 | 18,5 | 18,3 | 16,7 | 14,2 | 12,2 | 11,4 | 12,5 | 14,5 | 16,8 | 17,9 | 18,2 | 15,7 |
| Precipitação (mm) | 213,7 | 156,8 | 158,5 | 85,1 | 29,1 | 13,9 | 9,5 | 14,2 | 46,2 | 111,4 | 210,1 | 295,8 | 1 344,3 |
| Fonte: Jornal do Tempo[12] | |||||||||||||
A vegetação nativa do bairro pertence ao domínio florestal Atlântico (Mata Atlântica), porém a monocultura de reflorestamento ocupa área maior que a Mata Atlântica original. No entanto, na parte rural que faz parte da localidade, ainda são encontradas algumas diversidades em pontos não devastados, com algumas espécies de bromélias e orquídeas, além da palmeira-indaiá, ipê-amarelo, embaúbas, quaresmeiras, samambaias, entre outras. Na época das secas (abril–setembro) é comum o amarelamento de áreas com muito mato e poucas árvores, por causa da escassez de chuva.[13][14]
O desflorestamento da área começou durante a ocupação do lugar para que ela fosse loteada, em 1970. Quando o bairro foi oficialmente criado, em 1971, ainda havia poucas casas e vários pontos que não foram devastados, mas no decorrer das décadas de 70 e 80 é que o JK foi passando por processo de urbanização.[2] A ausência de vegetação em alguns morros fez com que fossem frequentes enxurradas durante fortes chuvas, porém no decorrer da década de 90 houve melhorias estruturais que provocaram uma redução dos estragos causados por temporais intensos.[2]
Em 2010, a população do bairro foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 3 452 habitantes,[1] sendo comparável a cidades mineiras como São Félix de Minas, Fernandes Tourinho e Jaguaraçu.[15] Dentre os 66 bairros que Fabriciano se subdivide, o Júlia Kubitschek estava entre os 10 mais populosos. Ele englobava 3,3% da população municipal e 6,27% da população do distrito Senador Melo Viana. A área ocupada pelo JK era de 1,44 km², sendo então a densidade demográfica de 2 390,82 habitantes por km².[1]
Dos 3 452 habitantes, 1 662 eram homens (48,1% do total) e 1 790 mulheres (51,9%). A razão de sexo era de 92,85%. Dentre os homens, a faixa etária predominante era a de pessoas que tinham entre 20 e 24 anos, que envolvia 5,5% do total. Entre as mulheres esta também é a que predomina, reunindo 4,81% do total da população do sexo feminino. Ainda segundo o IBGE, no ano de 2010 havia no total 1 121 domicílios.[1]
Por causa da pouca disponibilidade de lotes e imóveis à venda na área central da cidade e aos problemas de trânsito e falta de estacionamento, os investidores comerciais e residênciais estão cada vez mais migrando para o distrito Senador Melo Viana, em bairros como o JK. Com isso, a tendência é que nos próximos anos a população dos bairros Distrito-Sede apresente taxas de crescimento ainda mais inferiores do que as do Senador Melo Viana.[4]
Segundo divisão feita pela Igreja Católica, o bairro, assim como o distrito e município, está situado na Arquidiocese de Mariana e Diocese de Itabira-Fabriciano. Desde 1979 Fabriciano é cossede dessa diocese, que foi criada em 14 de junho de 1965 e que atualmente conta com área de 8 724 km². Seu atual bispo é Odilon Guimarães Moreira, que ocupa o cargo desde janeiro de 2003.[16] Coronel Fabriciano é a sede da Região Pastoral III, que compreende outros nove municípios e 21 paróquias, sendo que duas dessas paróquias fazem parte de Fabriciano: Santo Antônio e São Sebastião (cossede).[17] Em março de 2011 também havia 27 comunidades,[18] sendo que a comunidade Nossa Senhora de Lourdes está sediada no Júlia Kubitschek, na Igreja de Nossa Senhora de Lourdes, que foi inaugurada em 1985 em um terreno adquirido em 1974.[2]
Também há os mais diversos credos protestantes ou reformados, como a Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, a Igreja Cristã Maranata, Igreja Luterana, a Igreja Presbiteriana, a Igreja Metodista, a Igreja Episcopal Anglicana, as igrejas batistas, a Igrejas Assembleias de Deus, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, a Igreja Mundial do Poder de Deus, a Igreja Universal do Reino de Deus, a Congregação Cristã no Brasil, entre outras.[19] Existem ainda cristãos de várias outras denominações, tais como as Testemunhas de Jeová e os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon.[19]
No Júlia Kubitschek não há indústrias e têm poucos estabelecimentos comerciais, predominando residências. A Região Metropolitana do Vale do Aço (RMVA), onde o JK e Fabriciano estão localizadas, é conhecida por ser a sede de algumas importantes empresas na área siderúrgica. No bairro residem funcionários diretos de algumas dessas empresas, como a Usiminas, a Aperam South America, Usimec, Cenibra, além de tantos outros empregados de empreiteiras que atuam nas áreas das grandes empresas da região.[20] Também situa-se a 1 km do Distrito Industrial fabricianense, sendo composto por cerca de 40 empresas de diferentes ramos, empregando diretamente cerca de 850 pessoas e ocupando uma área total de 182 970 m². É um distrito industrial-misto, pois possui empresas de pequeno, médio e grande porte. Recentemente passou por uma reestruturação e atualmente é administrado pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig).[14][21]
Conforme já citado anteriosmente, por causa da pouca disponibilidade de lotes e imóveis à venda na área central da cidade e aos problemas de trânsito e falta de estacionamento, os investidores comerciais e residênciais estão cada vez mais migrando para o distrito Senador Melo Viana, em bairros como o JK. Isso pode gerar, nos próximos anos, um desenvolvimento da atividade comercial no Júlia Kubitschek, cujo setor é o mais representativo na economia fabricianense.[4]
Não há nenhum hospital localizado no bairro, havendo apenas uma unidade básica de atendimento.[22] A Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAP) do bairro Júlia Kubitschek, assim como todas as existentes em todo o município de Coronel Fabriciano, é administrada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), oferecendo atendimentos e consutas básicas à população e serviços de enfermagem, além de servir como posto de vacina durante campanhas de vacinação.[23] Eventualmente a unidade organiza palestras e campanhas educativas com foco à área da saúde.[24]
Na área da educação, o bairro conta com apenas uma escola, a Escola Estadual Zacarias Roque. Ela foi fundada em 1964 em um prédio situado no bairro Bom Jesus, porém oito anos mais tarde foi transferida para um prédio localizado no bairro JK, sendo reinaugurada oficialmente em 1º de outubro de 1982, sendo que o nome da escola é em homenagem a José Zacarias da Silva Roque, primeiro tabelião do distrito de Senador Melo Viana, onde o bairro Júlia Kubitschek está situado.[2] No decorrer do ano a escola também organiza eventos voltados à comunidade, como campanhas de concientização ambiental[25] e palestras educativas.[26] A prefeitura também planeja construir uma escola municipal de educação infantil no Júlia Kubitschek.[27]
O JK está a cerca de 1 km da sede da 178ª Companhia Especial da Polícia Militar, que tem um efetivo de 133 pessoas e é subordinada ao 14º Batalhão, localizado em Ipatinga. A Polícia Militar, uma força estadual, é a responsável pelo policiamento ostensivo, o patrulhamento bancário, ambiental, prisional, escolar e de eventos especiais, além de realizar ações de integração social.[28]
O serviço de abastecimento de água é feito pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). Já o serviço de abastecimento de energia elétrica é feito pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), sendo que em 2009 100% da população possuía acesso à rede elétrica.[29] O código de área (DDD) do bairro e de Fabriciano é 031[30] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) vai de 35170-001 a 35176-999.[31] Em janeiro de 2009 toda a Região Metropolitana do Vale do Aço passou a ser servida pela portabilidade, assim como as outras cidades de DDD 31.[32] Não há agências da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos funcionando no Júlia Kubitschek, porém há algumas próximas, como as dos bairros Giovannini e Melo Viana,[33] e também há coberta por uma rede wireless (sem fio).[34]
Além de receber sinal de diversas rádios e de várias emissoras de televisão aberta em Very High Frequency (VHF) e Ultra High Frequency (UHF), está situada no bairro vizinho, o Giovannini, uma das sedes da InterTV dos Vales, afiliada à Rede Globo. Na InterTV é transmitido um dos principais jornais da região: o Jornal dos Vales, com notícias da região.[35] Ainda há, em Fabriciano e no JK, sinais de várias rádios, se destacando emissoras locais, como a Rádio Educadora,[36] a Nativa FM Vale do Aço[37] e a Rádio Itatiaia Vale do Aço.[38]
O JK ou mesmo o distrito Senador Melo Viana não conta com aeroportos, terminais rodoviários e estações ferroviárias, porém a população do bairro tem acesso a estes, que situam-se nas proximidades; em outras cidades do Vale do Aço ou na própria Sede de Fabriciano. O Aeroporto da Usiminas, por exemplo, está em Ipatinga, a cerca de 20 km do bairro, atendendo à região com voos diários para Belo Horizonte e outros destinos.[20] Coronel Fabriciano também não conta com estações ferroviárias, mas a Estrada de Ferro Vitória a Minas atende à cidade com a Estação Mário Carvalho, localizada em Timóteo, na divisa com o município.[39]
Fabriciano possui a maior estação rodoviária do Vale do Aço, o Terminal Rodoviário de Coronel Fabriciano, localizado na região central da cidade, sendo atendido com saídas diárias regulares para as principais cidades de Minas Gerais e mesmo para fora do estado.[29] Por meio de ruas transversais o bairro conecta-se com a Avenida Governador José de Magalhães Pinto, ligando-o à Avenida Presidente Tancredo de Almeida Neves, e esta, posteriormente, à BR-381.[40]
O transporte coletivo do município e do bairro é feito pela Viação Acaiaca e pela Autotrans. Através do terminal de integração, no Centro de Fabriciano, que foi construído para a baldeação de linhas, é possível pegar dois ônibus dessas empresas pagando apenas uma passagem.[41] A Acaiaca liga o Centro da cidade aos bairros da região do Caladinho, e a Autotrans liga os bairros do distrito Senador Melo Viana à região central, sendo que esta mantém linhas diretas entre o JK e o Centro.[42] Ainda há a Univale, que interliga todo o Vale do Aço e parte do colar metropolitano.[43]
O principal ponto turístico do bairro é a Igreja Nossa Senhora de Lourdes, que foi inaugurada em 1982, sendo atualmente a sede da Comunidade Nossa Senhora de Lourdes. No JK não há lugares que são dedicados exclusivamente à realização de peças teatrais e atividades artísticas, porém o Júlia Kubitschek situa-se a menos de 1 km do Centro de Arte e Cultura de Coronel Fabriciano. Ele está localizado no bairro Melo Viana, sendo onde ocorrem regularmente atividades artísticas voltadas para a comunidade, com palestras, projeção de filmes, espetáculos musicais e teatrais e atividades de incentivo à leitura.[44] Segundo informação da Prefeitura, em 2009 mais de trinta mil pessoas frequentaram o Centro.[45] A Prefeitura também organiza ações integradas com o governo estadual e outras prefeituras e associações para fomento à cultura e às artes locais.[46] Em 2009 a Lei Estadual de Incentivo à Cultura aprovou oito projetos de Coronel Fabriciano, cidade que integra, segundo a visão de membros da comissão que administra a aplicação da Lei, o segundo maior pólo cultural do estado.[47]
No próprio bairro destacam-se as atividades de lazer voltadas à população, que, muitas vezes, são organizadas pela Igreja Presbiteriana do bairro, pela Comunidade Católica Igreja Nossa Senhora de Lourdes ou mesmo pelo posto de saúde do Júlia Kubitschek. Na semana do dia 12 de outubro, por exemplo, são montados brinquedos e peças de teatro às crianças, em comemoração ao dia delas.[48] A Escola Estadual Zacarias Roque também organiza eventos voltados à população, como campanhas de concientização ambiental[25] e palestras educativas.[26] Também há as festas juninas, realizadas pela escola e pelas igrejas, onde há as apresentações de danças de quadrilha, além de comercialização e consumo de comidas típicas, reunindo a população do JK e de bairros situados nas proximidades.[49]