| Rated R | |||||||
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| Álbum de estúdio por Rihanna | |||||||
| Lançamento | 20 de Novembro de 2009 (veja abaixo o histórico de lançamento) |
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| Gravação | Março - Novembro de 2009; Manhattan, Nova Iorque (Milk Studios, Germano Studios) Londres, Inglaterra (Metropolis Studios) Paris, França (Studios Davout) Los Angeles, Califórnia (Zestlake Studios) |
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| Gênero(s) | Hip-hop, R&B, rock | ||||||
| Duração | 49:10 (edição padrão) 56:18 (+ faixas bónus) 50:46 (edição de remisturas) |
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| Idioma | Inglês | ||||||
| Formato | CD, descarga digital | ||||||
| Gravadora(s) | Def Jam Recordings | ||||||
| Produção | Antonio "L.A." Reid e Robyn Fenty (produtores executivos) Carl Sturken e Evan Rogers e The Carter Administration (co-produtores executivos) Chase & Status, Ne-Yo, Chuck Harmony, The Y's, Will.I.Am, Brian Kennedy, Tricky Stewart, The-Dream, StarGate |
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| Certificação | (veja abaixo a lista completa de certificações e vendas) |
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| Cronologia de Rihanna | |||||||
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Rated R é o quarto álbum de estúdio da cantora barbadense Rihanna, lançado a 20 de Novembro de 2009 na Alemanha, e três dias depois nos Estados Unidos e Portugal.[1][2] A artista trabalhou com vários compositores e produtores musicais, como Carl Sturken e Evan Rogers, StarGate, Ne-Yo, Tricky Stewart, e The-Dream.[3] A sua gravação decorreu durante o período de Março a Novembro de 2009,[4][5] nos estúdios Milk Studios e Germano Studios em Nova Iorque, Metropolis Studios em Londres, Inglaterra, Studios Davout em Paris, e Westlake Studios na Califórnia. Concebido após agressão sofrida pelo seu então ex-namorado, o também cantor Chris Brown, Rated R apresenta Rihanna num tom de ressentimento e zanga, em termos de direcção musical e lírica, e incorpora elementos de hip-hop, rock e dubstep.
Na primeira semana nos EUA, segundo a Nielsen SoundScan, vendeu 181 mil cópias, com estreia na quarta posição da tabela musical Billboard 200, superando os resultados obtidos pelo seu trabalho anterior, Good Girl Gone Bad (2007).[6] Actualmente, é disco de platina duplo no Reino Unido, certificado pela British Phonographic Industry (BPI),[7] e platina pela Australian Recording Industry Association (ARIA)[8] e Recording Industry Association of America (RIAA).[9] Em Maio de 2010, foi lançada uma versão de remisturas, um conjunto de dez misturas a partir das faixas originais por Chew Fu. Mundialmente, Rated R vendeu mais de três milhões de cópias.[10]
O duo Chase & Status produziu o primeiro single do álbum, "Russian Roulette",[11] composto por Ne-Yo e Charles Harmony. Manteve-se por quatro semanas no topo da tabela musical da Bulgária, três na da Noruega, e uma na da Suíça, tendo mais tarde sido certificado disco de ouro em quatro países diferentes, e prata pela BPI. A segunda faixa de trabalho, "Hard", contendo a participação do rapper americano Jeezy, foi lançada inicialmente no mercado norte-americano, no entanto, no decorrer do mês de Agosto de 2010, foi lançada também no Reino Unido. Atingiu a oitava posição da Billboard Hot 100 e, posteriormente, obteve disco de platina nos Estados Unidos. Esteve durante uma semana no topo da Hot Dance Club Songs. O terceiro single de trabalho, "Rude Boy", permaneceu por cinco semanas consecutivas na liderança da Hot 100, e outras cinco não-consecutivas na mundial, entre mais duas na australiana. Foi ainda certificado como dupla platina na Austrália e no Norte da América.
Os últimos dois singles do disco, lançados praticamente em simultâneo, "Rockstar 101" e "Te Amo", foram direccionado para os mercados norte-americano e europeu, respectivamente. O primeiro conta com a participação do produtor musical Slash, e atingiu como melhor posição a sexagésima quarta nos EUA, e a vigésima quarta na Austrália. "Te Amo" permaneceu por três semanas na liderança da tabela búlgara, sendo ainda certificada como disco de platina na Suíça. "Wait Your Turn" foi lançada como o único single promocional a 3 de Novembro de 2009 por descarga digital.[12]
Índice |
O álbum anterior de Rihanna, Good Girl Gone Bad (2007), tornou-se um sucesso comercial e recebeu várias críticas favoráveis.[13] Os singles retirados alcançaram as dez melhores posições de vários países, incluindo a América do Norte, e três deles atingiram o topo da Billboard Hot 100: "Umbrella" (2007), "Take a Bow" (2008) e "Disturbia" (2008).[14] Em relação à Rated R, havia bastante especulação da crítica devido às canções poderem falar directamente de Chris Brown.[15] Ne-Yo — que escreveu faixas para a cantora anteriormente — afirmou que não tinha composto nada relacionado com o cantor.[15] Chuck Harmony produziu o single de estreia do disco, "Russian Roulette", afirmando que sentia que as pessoas iriam pensar que pela sonoridade, era dirigido a Brown.[16]
Ne-Yo também revelou que o trabalho revelaria uma "Rihanna mais furiosa", e que a cantora "iria fazer música nunca antes ouvida".[17] Foi descrito como um trabalho mais liberal e "irritado" por grande parte da equipa de produção.[18] Justin Timberlake, que também trabalhou com a artista anteriormente e neste disco, disse que ela "cresceu um pouco mais e diz coisas que nunca disse".[19] O cantor também acrescentou que, devido ao enorme sucesso de Good Girl Gone Bad, Rihanna quer ter a certeza que "não é rotulada num certo som ou vibração", comentando: "Ela quebrou com o passado - registos de muitas canções nas tabelas é impressionante. Acho que é a coisa mais inteligente que está a fazer, não está a tentar imitar o que fez, mas sim a avançar.[19]
Após o lançamento do single de estreia do álbum, Harmony disse que "Russian Roulette" era "obscuro", mas que não era indicativo para o resto do som do disco. O produtor explicou que a faixa é uma reflexão de Rihanna e que ela "está claramente a avançar para outro nível musical".[20] Tricky Stewart que contribuiu juntamente com The-Dream para o projecto, revelaram que era uma música "negra" e bastante diferente das anteriores.[21] Em Fevereiro de 2010, a cantora revelou que tinha gostado do resultado final de Rated R, mas que o seu sucessor seria menos intenso: "Eu realmente gosto do fundo, a sua fuligem. Mas se fosse para combinar isso com gravações mais enérgicas, de andamento rápido, acho que seria um casamento feliz. Será, provavelmente, o próximo passo".[22] Aquando perguntada pela canção mais importante para a artista, esta respondeu que não tinha "uma mais importante", contudo, "Fire Bomb" e "Cold Case Love" eram algumas das suas preferidas. Também revelou que gostava das faixas mais animadas do projecto, como "Rockstar 101", "Hard" e "Rude Boy".[23]
A cantora confirmou que estava em estúdio a gravar o seu quarto álbum de originais, após uma entrevista em que revelou que o lançamento oficial ocorreria em 2009.[24] Na altura foi revelado que o alinhamento musical seria idêntico ao de faixas como "Disturbia" e "Shut Up And Drive", sem esquecer a "essência do R&B".[24] Depois do caso de agressão,[25] voltou ao estúdio para começar a gravação do seu quarto álbum de estúdio.[26] Adonis Shropshire foi um dos produtores musicais a revelar numa entrevista que a cantora estava de volta a estúdio, determinada a gravar o seu novo disco.[27] O rapper Jay-Z afirmou que estava tudo num "bom caminho",[28] e Ne-Yo aconselhou para o "mundo se preparar para o novo álbum de Rihanna".[29] Foi gravado entre Março e Novembro de 2009.[4] O nome oficial do álbum de originais foi revelado pela Universal Music Group e Def Jam a 20 de Outubro de 2009, dia do lançamento do primeiro single do mesmo.[30][31]
O processo de gravação iniciou-se em Março de 2009, estendo-se a um período de oito meses com término em Novembro do mesmo ano.[32] As sessões de gravação decorreram nos estúdios Milk Studios e Germano Studios em Manhattan, Nova Iorque, Metropolis Studios em Londres, Inglaterra, Studios Davout em Paris, França e Westlake Studios, em Los Angeles, Califórnia.[5] Trabalhou com compositores e produtores, incluindo Chuck Harmony, The-Dream, Christopher "Tricky" Stewart, Chase & Status, Stargate e[32][33] Justin Timberlake.[11][31][34] A própria Rihanna afirmou que queria um disco menos synthpop e que tivesse mais batidas de grime, uma grande mudança a partir do género comercial dos seus álbuns anteriores.[22] Nos estágios iniciais da produção, a artista trabalhou também com Adonis Shropshire, que defendeu o facto da jovem ter regressado facilmente a estúdio com um conjunto de ideias "bem definifas".[35][36] Stargate acrescentou que a colaboração tinha sido "bastante gratificante" e "inspiradora", comentando: "Eu não acho que devemos falar de títulos ainda. Não sabemos quais são as músicas que vamos fazer, mas parece interessante".[32] Mais tarde foi revelado que a equipa de produção tinha trabalhado em conjunto com a artista e o rapper canadiano Drake,[37] contudo, por razões desconhecidas a faixa não integrou no alinhamento final do trabalho.[38]
No verão foram gravadas faixas com Chuck Harmony.[16] Rihanna também teve um papel mais amplo no processo de composição com Timberlake e Ne-Yo, que a ajudaram de certa forma a exprimir os seus sentimentos nas letras.[11][39] Trabalharam juntos num grande número de músicas, embora Ne-Yo não soubesse exactamente quais seriam colocadas no disco.[40] A cantora queria músicas obscuras, mas não dark music apenas pela percepção de escuridão, mas sim canções com significado.[41] Harmony disse que queria dar-lhe uma canção do tipo "música-filme" e não apenas uma "canção de três minutos", como foi o caso de "Russian Roulette".[16] A artista sentiu-se confortável com a faixa, a nível musical e lírico, inclusive numa chamada com Ne-Yo declarou que era uma das suas favoritas.[16] Nuno Bettencourt, guitarrista da banda Extreme, que participou na digressão de promoção de Rated R, revelou que planos iniciais de Rihanna teriam sido numa influência ainda mais rock, mas que a Def Jam teria "escolhido uma direcção diferente para o disco".[42]
Depois de ouvir "Saxon" por Nicki Minaj, Rihanna contactou a dupla Chase & Status e quis trabalhar com eles pois gostou bastante do género musical do grupo.[43] Tiveram um conjunto de sessões em conjunto.[43] Mais tarde, The-Dream disse à MTV que tinha feito duas faixas "Hard" e "Rockstar 101".[44] Soulja Boy disse que também tinha contribuido para o álbum, embora a faixa não tenha sido incluida no alinhamento.[45] Slash contribuiu com a guitarra na canção "Rockstar 101",[46] enquanto que Will.i.am colaborou na faixa "Photographs" e Ester Dean co-escreveu "Rude Boy".[47] "The Last Song" foi uma das últimas faixas criadas. Rihanna gravou a canção findas 12 horas da concepção do disco: "Quando a editora finalmente disse que tinha 12 horas para entregar o álbum, foi do tipo, OK, tenho que fazer. Bebi um pouco de vinho tinto, luzes, entrei na cabina e cantei".[22] Ao contrário dos projectos anteriores, a cantora esteve mais presente neste a todos os níveis, tanto lírico como directivo, tendo escrito nove das treze faixas e foi co-executiva, auxiliando L.A. Reid na administração directiva.[48]
Musicalmente e liricamente o álbum foi considerado ousado, sombrio e elegante, cheio linhas memoravelmente beligerantes.[49] Foi considerado uma "viagem lírica através de experiências pessoais de Rihanna", envolvendo batidas que são muitas vezes apenas um pano de fundo ao invés de destaques. A sua composição incorpora temas de amor, perda, medo, angústia, raiva e quase saturação em cada faixa. Além das equipas de produção mais mediáticas, os créditos de composição também contam com nomes como Robin Tadross, Fauntleroy II e Ben Harrison que escreveram "Cold Case Love" e "The Last Song", esta última faixa com a participação da própria Rihanna. Fauntleroy também escreveu a música com título espanhol "Te Amo", esta também junto com a cantora, tal como "Wait Your Turn". Makeba Riddick ajudou na composição dos acordes líricos do tema de introdução "Mad House", faixa introdutória, e ainda "Rude Boy".[49]
A introdução, "Mad House", é envolta numa batida assustadora. O pano de fundo é uma prévia fugaz das faixas que se seguem.[50] "Wait Your Turn" e "G4L" são das músicas do alinhamento com mais influências em género de hip-hop e electro-hop, sendo a primeira composta por teclado de órgão em estilo anos 80,[51][52] e a última acrescenta versos mais rap num tom de ameaça agressiva produzida por elementos electrónicos. A crítica apreciou a primeira pelo verso "The Wait is Ova".[50] "Cold Case Love" e "The Last Song" são canções ironicamente emotivas, com afluentes de dark music envoltos em acordes de piano e violino.[50] À medida que o tempo aumenta em "Photographs" e "Stupid in Love", ligeiramente, a letra suaviza envolta em tons de guitarra com produção electrónica, e ainda de piano, respectivamente.[50] "Rockstar 101" e "Fire Bomb" são as faixas de música rock do álbum, sendo que também incorporam elementos de dubstep.[53][50] "Te Amo" é uma das músicas mais "diferentes" do disco, incorporando um número latino na sua composição.[54]
"Russian Roulette" abre com um solo de guitarra lancinante, em que as transições são batidas sinistras constantes, envoltas numa balada.[55] A metáfora da roleta russa é elevada no refrão, na linha "E tu consegues ver o meu coração bater / Pois pode-se ver através do meu peito / Eu disse que estou apavorada, mas eu não vou desistir / Eu sei que preciso passar neste teste / Então, basta puxar o gatilho", e no versículo seguinte, a personagem da canção fala do poder que o homem tem sobre ela.[55] O instrumento mais notório em todo o andamento, são os vocais de Rihanna acompanhados da guitarra, e apoiados pelo piano.[56] Segundo a MTV, "Hard" transmite um ambiente de festa em que a dupla de cantores "não se contêm em demonstrar o seu estatuto de elite".[57] A música abre com um solo de bateria abrasiva, misturando beats de hip hop e rap.[57] A letra da canção trata um ambiente de militar, em que a postura da cantora é diferente das músicas anteriores, fazendo valer o reforço do rapper Jeezy.[58] O The Guardian denominou "Rude Boy" como a faixa "central do álbum" e disse que a música "apela ao estilo vocal de Rihanna, mal-humorada, gelada, monótona - única entre o panteão de divas de R&B".[59] A sua sonoridade foi comparada a faixas do seu antecessor, Good Girl Gone Bad, diferenciando apenas o estilo mais "ameaçador" revelado, com influências dancehall.[60]
Rated R inclui um tom mais escuro e furioso do que o disco anterior de Rihanna.[49][61] Primariamente, é um álbum de género hip-hop, R&B e rock.[62][63] Incorpora elementos musicais de pop e dancehall.[64][65] A produção musical é caracterizada por um som elegante e contém sintetizadores sinistros, entrelaçados com guitarras, uma batida tensa, e pequenas melodias-chave com vocais harmoniosos.[49][66][67] Canções como "Mad House", "G4L" e "Wait Your Turn" incorporam elementos de dubstep, incluindo mais uma vez sintetizadores.[68][69] Numa entrevista à Nokia, a cantora discutiu a direcção musical do trabalho, dizendo que é "hip hop e rock misturado num só disco".[63] À revista Glamour Magazine defendeu que eram "canções pessoais. É rock 'n' roll, mas na realidade é hip hop".[70] O jornalista musical Jim DeRogatis preservou que inclui unicamente elementos de música rock, "sintetizados com dance-pop com um pouco de guitarra eléctrica, algumas delas com a cortesia de Slash, um quarto de século depois de Thriller, é um soco mais insistente e energia electrizante nas treze faixas de Rated R.[71]
O conteúdo lírico faz transparecer as emoções afectivas, geralmente o amor, em que é preservado e comparado com adversidades constantes.[72][67] As letras são caracterizadas por tons sombrios, crus e com raiva,[72][67] e as canções contêm imagens onde é visível a violência e a brutalidade sofridas.[61] Uma das razões que encoraja aos críticos a elevarem o caso de violência doméstica sofrida por Rihanna a Fevereiro de 2009.[73][74] De acordo com Ann Powers, o álbum inclui um tema lamentavelmente triste, uma vez que é posterior a um episódio de imensa dureza na vida da cantora.[65]
Todd Martens do Los Angeles Times comentou particularmente sobre o desempenho de Rihanna em "Russian Roulette", dizendo que "é uma canção sem produção autoritária, o single de Rihanna é tudo, e ela faz o melhor possível - um pouco fria, um pouco sem medo, com uma estrondosa força vocal".[75] Composta num ritmo totalmente diferente de singles anteriores, "Russian Roulette" traz uma canção ponte e um refrão forte, puxando ao máximo os poderes vocais. A música fala sobre explorar o que pode acontecer se nos apaixonarmos, e quando esse amor se transforma numa espécie de "jogo fatal". O ritmo hesitante, é semelhante ao de "Unfaithful", mas não tão profundo e específico.[76]
"Hard" é, musicalmente, festiva, protagonizando um regime militar por parte da cantora envolto em cenas quentes e provocadoras.[57] Monica Herrerra da revista norte-americana Billboard diz que na canção, "Rihanna assume efectivamente a postura do hip-hop e até mesmo os recrutas de rua o fazem, juntando o último reforço do rapper Young Jeezy, que fornece o impulso necessário para enviar uma canção com um refrão um pouco inerte".[77] The Guardian comentou que "Hard" "explora um vocal de Rihanna mais atraente, mal-humorado, gelado e monótono - exclusivamente entre o panteão de divas do R&B, soa muitas vezes como se estivesse prestes a revirar os seus olhos".[59] "Rude Boy" foi denominada "a canção central do disco", apelando ao estilo vocal de Rihanna.[59] A faixa é uma das mais versáteis do trabalho, misturando o estilo de música jamaicana com ska, dancehall e pop.[78]
A 8 de Outubro de 2009, Rihanna foi fotografada em Berlim com um figurino bastante arrojado.[79][80] Mais tarde foi especulado que a possível sessão de fotos fosse para a promoção do seu novo projecto. O trabalho foi conduzido pela fotógrafa Ellen von Unwerth, que afirmou que a cantora "estava a tentar criar algo diferente e original para o estilo do álbum".[81] von Unwerth, que também trabalhou em produções fotográficas de álbuns de outros artistas, tais como, The Velvet Rope por Janet Jackson, Back to Basics, de Christina Aguilera, e Blackout por Britney Spears, chegou a dizer que Rihanna esteve envolvida em cada aspecto da sessão, e estava pronta para exceder os seus limites.[82] A foto da capa frontal do álbum, foi revelada a 27 de Outubro de 2009, que dispõe a artista com uma aura mal-humorada, pose contemplativa, vestindo um top de couro, com a mão cobrindo o olho direito e cada dedo envolvido num intrincado conjunto de anéis.[81] Foi comparada a um trabalho de 1980 por Grace Jones.[83]
A marca e estilo do projecto foram concebidos pelo artista e director britânico Simon Henwood e pela própria Rihanna.[48][84] O próprio disse que tinha estado extensivamente em conversações, mesmo meses antes do lançamento, para discutir ideias e visuais. Henwood disse que "tudo provém da música, e que o estilo é o mais pessoal da cantora até à data".[85] Foi ele que desenhou o "R" metálico, com ajuda da cantora, para o logótipo da própria, afirmando que "é uma espada de duas pontas, um lado simboliza a força e o outro a vulnerabilidade. Projectei-o como um objecto 3D, que primeiro forma mudanças na rotação como uma animação e depois constitui a forma logo no final do ciclo".[85] A inspiração veio do filme The Omega Man e das suas canções.[85] Simon também contribui para o estilo da capa frontal, vídeos, publicidade, e também fez parte da direcção artística da digressão de promoção do álbum, incluindo o espaço, palco, fundo artístico e vestuário.[85]
No dia 13 de Outubro de 2009, o sítio oficial da cantora juntamente com os seus perfis oficiais no MySpace, Facebook e Twitter, foram actualizados para um fundo de imagem com a mensagem "The Wait is Ova: 23 NOV 09".[86] Dois dias depois, Rihanna gravou um vídeo musical promocional para "Wait Your Turn" que estreou na sua página a 3 de Novembro de 2009.[87][88] Uma previsão da canção com o título "The Wait is Ova" também apareceu como fundo de um trailer de promoção do álbum, bem como uma contagem regressiva. Depois do lançamento promocional de "Wait Your Turn", o produtor Mikkel S. Eriksen confirmou que seria o segundo single de Rated R.[89][90] Contudo, foi anunciado que seria "Hard" a seguinte faixa de trabalho. A 5 de Novembro de 2009, foi a primeira aparência da artista na televisão, desde do caso de agressão com Chris Brown, através do programa Good Morning America para promover o disco.[91] Além disso, no dia seguinte também compareceu no 20/20 da ABC.[92] Para a divulgação promocional do álbum, Rihanna fez várias entrevistas e tópicos para revistas, como Glamour, GQ,[93] e na edição de Fevereiro de 2010 da W.[94]
A 5 de Novembro de 2009, foi anunciado um concerto ao vivo on-line a 16 de Novembro do mesmo ano para todo o mundo, com fim de promover o trabalho, com o apoio da marca Nokia, que junta ao evento o lançamento de um novo modelo da série de telemóveis.[95] No sítio na Internet disponibilizado propositadamente para a ocasião, foi possível visionar o concerto e ter acesso a uma versão exclusiva do CD, com uma faixa inédita e remix de bónus.[95] O iTunes também disponibilizou o álbum para pré-compra, onde pode ser comprado e encomendado antes do lançamento.[96] Rated R foi lançado oficialmente a 20 de Novembro de 2009 na Alemanha, Polónia e Austrália.[97] O álbum tem duas versões: a explícita e a censurada.[83]
A existência de uma digressão foi confirmada a 3 de Dezembro de 2009, programada para 2010, e os respectivos bilhetes iriam ser vendidos nas semanas seguintes.[98] Foi ainda revelado que teria início na primavera e que seria "uma digressão bastante longa, mundial".[98] Em 4 de Fevereiro de 2010, a cantora actuou no Pepsi Super Bowl Fan Jam transmitido pelo canal televisivo VH1 juntamente com Timbaland e Justin Bieber.[99] Rihanna interpretou "Hard", "Rude Boy" e "Don't Stop The Music" na cerimónia Kids Choice Awards a 27 de Março de 2010.[100] Last Girl on Earth Tour, a tournée de promoção do disco iniciou-se a 16 de Abril de 2010 na Antuérpia, Bélgica. Jamie King foi creditado como director do evento juntamente com Simon Henwood como director creativo. Foram anunciadas 70 datas aproximadamente, contudo algumas foram canceladas, e mais tarde remarcados. Pixie Lott serviu como acto de abertura para trinta concertos realizados na Europa.[101] A fase no Norte da América contou com a abertura da cantora Kesha, começando a 4 de Julho de 2010 em Vancouver, com vinte e seis datas adicionais.[102] A fase final da série terá início em Fevereiro de 2011 na Austrália.[103][102] Live Nation e Roc Nation foram as patrocinadoras oficiais da tournée no Norte da América, e a operadora Optus na Austrália.[103] Rebel One, LLC foi a equipa que esteve por detrás da gerência de todo o evento, sendo responsável pelo cumprimento de direcção criativa, pelo estilo e assistência, aprovisionamento, produção, pela banda e o coro. A banda, denominada Mad House, monitorizou a área sonora em conformidade com os vocais de Rihanna.[102]
"Russian Roulette", uma canção balada com fortes influências em R&B e electropop, foi denominado o single de estreia do álbum.[104][105] Foi lançado digitalmente e nas rádios a 20 de Outubro de 2009.[106] O seu lançamento físico ocorreu a 13 de Novembro do mesmo ano.[107] A canção estreou na posição 100 nos Estados Unidos e alcançou a nona como melhor, dado a Rihanna o seu décimo segundo top dez de carreira no país.[108] Liderou tabelas de países como a Noruega, Suíça e Bulgária, e na Áustria, Alemanha, e Reino Unido alcançou a segunda posição.[109] Recebeu certificações de disco de ouro pela ARIA, PROMUSICAE e RIANZ, e prata pela BPI. "Wait Your Turn" foi anunciado como single promocional a 3 de Novembro de 2009, juntamente com o vídeo musical.[110] A faixa esteve na posição 45 no Reino Unido, 32 na Irlanda e 82 na Austrália devido ao forte número de descargas seguidas ao lançamento do disco.[111]
"Hard", o segundo single, estreou nas rádios americanas a 2 de Novembro de 2009.[112] A canção contém a participação de Jeezy. Alcançou a décima sexta posição da Hot R&B/Hip-Hop Songs, e a oitava da Billboard Hot 100 sem lançamento físico.[113] Embora tenha sido apenas enviado para as rádios norte-americanas, a música teve impacto mundial. Entrou na tabela australiana na octogésima oitava posição, obtendo a quinquagésima primeira como melhor. Estreou na quadragésima posição,atingindo a décima quinta como melhor. Entrou na Canadian Hot 100 na quinquagésima posição, obtendo a nona como melhor.[114] Foi certificado como disco de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA).[115] "Rude Boy", terceiro single do álbum, foi produzido por Stargate e escrito pela própria cantora e Rob Swire. Foi lançado nas rádios norte-americanas a 9 de Fevereiro de 2010[116] e lançado fisicamente a 19 de Fevereiro do mesmo ano na Alemanha.[117] Esteve na liderança da Billboard Hot 100 durante cinco semanas consecutivas, sendo a sexta música de Rihanna a conseguir tal feito.[118] Em território britânico, estreou na quinquagésima segunda posição, mais tarde alcançando a segunda.[119] Também liderou a tabela musical australiana, tornando-se o seu quarto single a alcançar o topo no país.[120]
De seguida, foi anunciado que "Rockstar 101", que conta com a participação de Slash, serviria como quarto single do disco, apenas para os Estados Unidos.[121] Foi enviado para as rádios norte-americanas a 1 de Junho de 2010.[122][123][124] A canção foi interpretada ao vivo no American Idol a 7 de Abril de 2010.[125] Estreou em número 39 na Billboard Dance/Club Play Songs, atingindo a segunda como melhor.[126] Na semana de 14 de Agosto de 2010, entrou na Hot 100 em número 99, e em duas semanas subiu à melhor posição, a sexagésima quarta.[126] Na Austrália, no decorrer da semana de 16 de Agosto de 2010, entrou no quinquagésimo lugar, e mais tarde alcançou a vigésima quarta posição.[127] "Te Amo" foi colocado na Internet no mês de Junho de 2009 e começou a ser reproduzido nas rádios brasileiras, atingindo o topo da tabela de airplay no país, na altura foi especulado que seria o single de "regresso" da cantora.[128] Depois de tais afirmações, a editora discográfica surpreendeu ao revelar que a música estaria incluída no álbum, mais tarde lançada como o quinto e último single do trabalho, enviado fisicamente para as lojas a 11 de Junho de 2010.[129] Estreou no número noventa e quatro na UK Singles Chart, mais tarde atingiu a décima quarta posição como melhor. Liderou ainda três semanas na Bulgária.[130]
| Críticas profissionais | |
|---|---|
| Pontuações agregadas | |
| Fonte | Avaliação |
| Metacritic | (76/100) |
| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| Allmusic | |
| Chicago Tribune | |
| Digital Spy | |
| Entertainment Weekly | (B)[64] |
| IGN Music | |
| Los Angeles Times | |
| Rolling Stone | |
| Slant Magazine | |
| The Telegraph | |
| USA Today | |
Depois do seu lançamento, Rated R recebeu críticas bastante positivas por grande parte da média, alcançando uma pontuação de 76 de 100 no Metacritic.[135] Leah Greenblatt, da Entertainment Weekly, atribuiu uma nota B chamando-o "um retrato cru, muitas vezes perturbador de uma artista que é, ela insiste em não ser mais uma 'Rapariga'".[64] Greg Kot do Chicago Tribune classificou o álbum com 3.5 estrelas, num máximo de 4, dizendo que é um trabalho "poderoso e artístico".[131] O jornalista Jim DeRogatis do Chicago Sun-Times comentou a maturidade adquirida por Rihanna, denominando-o "melhor, e em certas camadas o mais esforçado", numa atribuição de 3 estrelas de 4 possíveis.[71] Ailbhe Malone, através da NME, atribuiu 8 estrelas do máximo de 10, descrevendo o trabalho como "um registo espantosamente masculino - no som e na atitude".[136] Ed Potton, do jornal The Times, compartilhou um sentimento similar e atribuiu quatro estrelas de cinco, descrevendo-o como "reabilitativo e estridente, lamentável, mas vingativo e fantasiástico, o melhor trabalho de Rihanna".[68] Apesar de escrever que o seu tema "coloca o álbum para baixo com a associação biográfica", o Tiny Mix Tapes avaliou-o em três estrelas e meio de cinco, e chamou-lhe "um álbum pop bastante acima da média".[137] Ann Powers, do Los Angeles Times, elogiou o desempenho de Rihanna e deu a pontuação máxima de quatro estrelas, chamando-lhe "um retrato complexo e fascinante do processo emocional de uma jovem mulher, após um abuso violento".[65] Sarah Rodman, do jornal americano Boston Globe, revisou favoravelmente o trabalho, chamando-lhe "uma fotografia interessante de vários eventos actuais, incluindo a evolução de Rihanna como intérprete e a confluência na cultura e na arte pop".[138]
Embora elogie os vocais da cantora com seus vocais, Alexis Petridis, do The Guardian, deu ao álbum três de cinco estrelas e viu as suas alusões líricas de ataque a Chris Brown como uma fraqueza, afirmando que "as pessoas vão ler as referências para um álbum independente, assim como você pode jogar com ele. A grande falha de Rated R, é que não se pode reconhecer a sua frequência".[59] Sean Fennessey, da revista Spin, atribuiu duas estrelas e meio de cinco e acha que não se adequa à balada de Rihanna, baseado-se em pontos, por exemplo que a cantora "tem o mesmo tipo de voz, que raramente é expressivo o suficiente para transmitir fúria".[139] Ryan Dombal, da Pitchfork Media, deu uma avaliação de seis vírgula um de dez, e encarou as baladas do disco como uma fraqueza.[61] Emily Tartanella, do PopMatters, partilhou uma percepção semelhante, dando-lhe uma avaliação de 5/10 e criticou que "as tentativas de Rihanna se tornar 'pensativa' apenas fazem com que a qualidade do trabalho baixe".[73] Chris Richards, do jornal The Washington Post, escreveu que o álbum "cerca com uma raiva sem forma" e viu o desempenho de Rihanna como impessoal, indicando "ela executa os vocais com precisão anti-séptica, o que torna difícil discernir se ela está realmente fervendo ou apenas com alguma ira. Estará ela lutando com demónios? Ou a projectar uma imagem de um cantor que luta com demónios?"[74] Numa, geralmente misturada revisão, Rob Harvilla da The Village Voice percebeu que o seu subtexto estava relacionado com agressão por Chris Brown e os seus holofotes da media como uma fraqueza, declarando que os pontos baixos do disco são ruins, os seus pontos altos, emocionantes como são, poderiam fazer com que se sentisse bem pior".[140]
Por outro lado, Steve Jones, da USA Today, viu o incidente com Brown e a sua atribulada vida mediática como uma influência a "empurrá-la ainda mais para o território musical, de onde saiu depois do fim da promoção do Good Girl Gone Bad".[134] Jones deu uma nota de três de quatro estrelas, e escreveu ainda que "as mais ousadas e muitas vezes mais explícitas letras e vocais asseguradas reflectem uma crescente confiança e maturidade artística".[134] Andy Kellman, da Allmusic, classificou-o com quatro de cinco estrelas, e escreveu: "Muito deste álbum é absolutamente ousado, sombrio e elegante tanto liricamente como sonoramente, mas é atraente, cheio de tantas linhas memoráveis, como um álbum de rap maduro"[49] Nick Levine, do blogue britânico Digital Spy, atribuiu nota máxima de cinco estrelas dizendo que "é um registo - surpreendente na visão, surpreendentemente na boa execução - que eleva a de popstar a artista pop".[132] Eric Henderson, da revista Slant Magazine, chamou-o de "100% grosso" e comparou-o ao The Velvet Rope de Janet Jackson, percebendo que ambos os álbuns contêm a mesma natureza confessional e "irradiar uma inequivocamente, vibe abertamente autobiográfica".[56] Jody Rosen da Rolling Stone achou surpreendente, realçando o tema do mesmo, denominando-o "um dos melhores do ano".[133] Neil McCormick, do The Telegraph, atribuiu três de cinco estrelas, afirmando que é um "disco de uma pessoa de vinte e um anos que cresceu depressa, e embarcou em temas para adultos".[66] Brian Linder, da IGN Music, afirmou que via o trabalho de "uma jovem mulher complexa, que expressou os sentimentos através da sua música".[62] Jesal 'Jay Soul' Padania do sítio Rap Reviews foi o primeiro a fazer uma crítica completa de Rated R, considerando um "mini-filme, puxando mais a força lírica do que sonora". Disse ainda que é mais uma versatilidade da cantora, pois mais uma vez "mudou a sua direcção musica, sendo mais hip hop do que R&B ou pop", atribuindo uma nota de sete e meio de uma escala de dez.[141] Jude Rogers da BBC fez uma revisão positiva, concluindo que Rihanna "transformou-se numa diva vingativa, com postura e fibra".[142] Por outro lado, Jenny Mulligan, do sítio Entertainment.ie, afirma que o álbum "é um pacote completo de atitude, agressão e erotismo". Embora tenha tido uma opinião positiva do trabalho, Mulligan diz que o único "ponto fraco de Rated R é o facto de ser demasiado chocante".[121] Bill Lamb, do portal About.com, diz que "é tão implacável que é impossível descobrir muitos exemplos de olhar para a frente. Rihanna está lançando um olhar atento e frio para o presente. Sobrevivência é o pensamento mais frequente nela."[121]
No fim do ano de 2009, Leah Greenblatt, da Entertainment Weekly, revelou que embora tenha atribuído precipitadamente a classificação B ao disco, era sem dúvida "o melhor álbum pop do ano".[143] O Chicago Tribune classificou-o como o oitavo melhor disco do ano de 2009.[144]
No dia 2 de Novembro, a editora discográfica Def Jam Recordings revelou o alinhamento completo do álbum.[145] A 15 de Novembro de 2009 foi revelada a duração de cada faixa.[97]
| Edição padrão | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| # | Título | Compositor(es) | Produtor(es) | Duração | |||||
| 1. | "Mad House" | Will Kennard, Saul Milton, Robyn Fenty | Chase & Status | 1:34 | |||||
| 2. | "Wait Your Turn[146]" | James Fauntleroy, Mikkel Storleer Eriksen, Tor Erik Hermansen, Will Kennard, Saul Milton, R. Fenty | Chase & Status, StarGate | 3:46 | |||||
| 3. | "Hard" (com participação de Jeezy) | Terius Nash, Christopher Stewart, R. Fenty, Jay Jenkins | The-Dream, Tricky Stewart | 4:10 | |||||
| 4. | "Stupid in Love" | Shaffer Smith, M. S. Eriksen, T. E. Hermansen | Stargate, Ne-Yo | 4:01 | |||||
| 5. | "Rockstar 101" (com participação de Slash) | T. Nash, C. Stewart, R. Fenty | The-Dream, Tricky Stewart | 3:58 | |||||
| 6. | "Russian Roulette" | S. Smith, Charles Harmon | Chuck Harmony, Ne-Yo | 3:48 | |||||
| 7. | "Fire Bomb" | J. Fauntleroy, Brian Kennedy Seals, R. Fenty | Brian Kennedy | 4:17 | |||||
| 8. | "Rude Boy" | Mi. S. Eriksen, T. E. Hermansen, Ester Dean, R. Fenty | StarGate, Rob Swire | 3:43 | |||||
| 9. | "Photographs" (com participação de will.i.am) | William James Adams | Will.I.Am | 4:46 | |||||
| 10. | "G4L" | Will Kennard, Saul Milton, J. Fauntleroy, R. Fenty | Chase & Status | 3:59 | |||||
| 11. | "Te Amo" | J. Fauntleroy, M. S. Eriksen, T. E. Hermansen, R. Fenty | Stargate | 3:28 | |||||
| 12. | "Cold Case Love" | Justin Timberlake, Robin Tadross, J. Fauntleroy | The Y's | 6:04 | |||||
| 13. | "The Last Song" | J. Fauntleroy, B. K. Seals, R. Fenty | Brian Kennedy, Ben Harrison | 4:16 | |||||
|
Duração total:
|
49:10 | ||||||||
| Faixas bónus Nokia » Rihanna Live[147] | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| # | Título | Compositor(es) | Produtor(es) | Duração | |||||
| 14. | "Hole in My Head" (com participação de Justin Timberlake) | J. Fauntleroy | The Y's | 4:06 | |||||
| 15. | "Russian Roulette" (remistura de Donni Hotwheel) | S. Smith, R. Fenty | Donni Hotwheel | 3:02 | |||||
|
Duração total:
|
56:18 | ||||||||
Foi lançada uma colecção de remixes das faixas do álbum, alinhados num disco de remix que foi lançado a 20 de Maio de 2010.[148] Todos os dez remixes foram elaborados por Chew Fu[149][150]
| Edição remix | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| # | Título | Remix | Duração | ||||||
| 1. | "Mad House" | Chew Fu Straight Jacket Fix | 2:12 | ||||||
| 2. | "Russian Roulette" | Chew Fu Black Russian Fix | 5:55 | ||||||
| 3. | "Rockstar 101" (com participação de Slash) | Chew Fu Teacher’s Pet Fix | 4:27 | ||||||
| 4. | "Wait Your Turn" | Chew Fu Can’t Wait No More Fix | 5:09 | ||||||
| 5. | "Photographs" (com participação de will.i.am) | Chew Fu 35mm Fix | 5:59 | ||||||
| 6. | "Rude Boy" | Chew Fu Bumbaclot Fix | 5:41 | ||||||
| 7. | "Hard" | Chew Fu Granite Fix | 5:28 | ||||||
| 8. | "G4L" | Chew Fu Guns in the Air Fix | 5:25 | ||||||
| 9. | "Fire Bomb" | Chew Fu Molotov Fix | 6:58 | ||||||
| 10. | "Stupid In Love" | Chew Fu Small Room Fix | 5:32 | ||||||
|
Duração total:
|
50:46 | ||||||||
Nos Estados Unidos, Rated R estreou na quarta posição da tabela Billboard 200, vendendo 181 mil cópias na sua primeira semana, ultrapassando os resultados do seu álbum antecessor, Good Girl Gone Bad (2007), que vendeu 168 mil unidades em sua primeira semana de comercialização,[151] fazendo de Rated R a sua estreia mais numerosa.[152][153] Foi também o quarto álbum de Rihanna a alcançar os dez mais vendidos no país, e o seu segundo melhor posicionado.[154] Liderou também na sua primeira semana a tabela Top R&B/Hip-Hop Albums, tornando-se no primeiro a conseguir tal feito. A 8 de Janeiro de 2010, o disco foi certificado como platina pela Recording Industry Association of America (RIAA), com vendas estimadas em um milhão de cópias.[9][155] Até Dezembro de 2010, tinha vendido 1,017 mil unidades nos EUA.[156][157]
No Reino Unido, estreou na décima sexta colocação e foi certificado disco de ouro em apenas quatro dias.[7] Até à data, vendeu mais de 600 mil cópias, com certificação de dupla platina pela British Phonographic Industry (BPI) a 15 de Outubro de 2010.[7] É o terceiro disco melhor sucedido da cantora, sendo que Good Girl Gone Bad conta com cinco disco de platina, e o sucessor de Rated R, até à data, com três. A 7 de Março de 2010, na sua décima quinta semana de permanência na UK Albums Chart, subiu à nona posição, entrando na área dos dez mais vendidos no país.[158] Na semana seguinte, atingiu a segunda posição da UK R&B Chart.[159] É o segundo disco da artista que vendeu mais rapidamente em território britânico, recebendo certificação de platina em apenas dois meses após o lançamento, batendo o recorde do projecto anterior. Na semana que terminou a 30 de Janeiro de 2011, o álbum ainda permanecia na tabela musical na sua quinquagésima oitava semana.[160]
Mesmo tendo estreado na décima quinta posição na Austrália, o disco foi certificado como ouro na segunda semana. Em Agosto de 2010, recebeu a certificação de platina após vender 70 mil unidades.[8] Com o lançamento do terceiro single, "Rude Boy", Rated R conseguiu uma nova marca, a décima segunda posição, a 14 de Março de 2010.[161] Na Polónia, atingiu à quinta posição e recebeu certificação de ouro, vendendo mais de 20 mil cópias em apenas um mês,[162] superando Good Girl Gone Bad com o mesmo número num espaço de dois anos. A Maio de 2010, Rated R já tinha vendido mais de três milhões de cópias mundialmente, de acordo com a SRP Music Group,[10] sendo que no final do ano recebeu certificação de platina em território europeu pela International Federation of the Phonographic Industry (IFPI).[163] Em Maio de 2010, foi lançada uma versão de remisturas a partir da versão de estúdio. Alcançou a centésima quinquagésima oitava posição da Billboard 200,[164] sexta da Dance/Electronic Albums, e trigésima terceira da Top R&B/Hip-Hop Albums.[165]
O álbum atribui os seguintes créditos:[48]
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