Richard Evelyn Byrd (25 de Outubro de 1888, Winchester (Virgínia) – 11 de Março de 1957, Boston Massachussets), vice-almirante da Marinha dos Estados Unidos, foi um aviador, pioneiro e explorador polar, que sobrevoou o Pólo Norte em 9 de maio de 1926, e dirigiu numerosas expedições à Antártida, sobretudo um vôo sobre o Pólo Sul em 29 de novembro de 1929.
Índice |
Cursou a Academia Naval dos Estados Unidos em Annapolis, obtendo o seu brevê em 1916. Frequentou a escola de voo da Marinha e ao final da Primeira Grande Guerra comandou uma unidade aérea na Nova Escócia. Iniciou as atividades que o tornariam famoso na expedição de D. B. MacMillan à Groenlândia em 1924 e sobrevoou o Polo Norte com o piloto Floyd Bennett em 1926.
Seu maior prestígio veio quando o mesmo organizou uma expedição científica de exploração da Antártica, nas proximidades do Polo Sul. Passou o inverno voando a identificar vários pontos do teritório e em 1928, fundou a base Little America, na Baía das Baleias. Em voo pilotado por Bernt Balchen voou ao Polo Sul em 1929 e as experiências e conhecimentos adquiridos lhe permitiram as demais viagens ao continente Antártico.
Em 1930, já almirante, retornou à Antártica no comando de uma expedição de 50 homens e entre 1933 e 1934 fez vários sobrevoos no continente, fez diversos experimentos meteorológicos e geológicos e descobriu as montanhas Edsel Forde a Terra de Marie Byrd. Na sequência, visando estudos meteorológicos, permaneceu cinco meses sozinho em uma tenda, a 198 quilômetros a sul da base Little America. Passou ali a longa noite polar e sua experiência foi descrita em seu livro "Sozinho" (Alone). Em 1946 comandou mais uma grande expedição, com quatro mil homens e muitos recursos materiais. Mapeou o continente gelado e buscou minerais, dentre eles o Urânio.
Foram cinco suas expedições ao continente austral, entre a primeira de 1929 e a última em 1956. Entre 1946 e 1947, levou adiante a grande operação chamada High Jump (Pulo Alto), durante a qual descobriu e cartografou 1.390.000 km² de território antártico. Em 1955 realizou a expedição Deep Freeze também na Antártica, tendo voado pela última vez sobre o polo austral em 1956.[1]
Byrd chegou a competir com Charles Lindbergh pela primeira travessia do Atlântico norte, mas um acidente que feriu seu piloto Floyd Bennett o impediu de sobrepujar Lindbergh em 1927. Porém, ainda no mesmo ano, com Balchen como piloto, completou a travessia Nova Iorque - Normandia.
Recebeu diversas medalhas por heroísmo em combate, por suas expedições e descobertas. Participou como piloto de guerra na Segunda Guerra Mundial na Europa e no Pacífico
Dentre suas anotações, algumas delas favorecem a teoria da Terra Oca. Segundo Amadeo Gianniani, em Worlds Beyond The Poles (Mundos Além dos Pólos, Byrd na verdade não teria sobrevoado os polos, mais sim que teria voado dentro dos grandes buracos que levariam ao interior da Terra. Tudo isso baseado em passagens do seu diário de bordo onde ele descreveu a Antártica como "a terra do mistério eterno" e uma vez escreveu "gostaria de ver a terra além do Pólo (Norte). Aquela área além do Pólo é o Centro do Grande Desconhecido".
" Em fevereiro de 1947 levantou vôo em Spizbergen, Islândia, para sobrevoar o Polo Norte. Sobrevoou e voltou. A história oficial termina aí - justamente onde começam as lendas. Estusiastas da teoria da Terra Oca afirmam que Byrd encontrou a entrada que leva ao mundo subterrâneo de Agartha. Existe até um suposto diário de bordo escrito pelo almirante. A aventura começa com uma forte turbulência a 2.950 pés de altura, às 9h55 da manhã de 19 de fevereiro de 1947. Depois prossegue:
10h00 - Estamos passando por uma montanha baixa emd ireção oa Norte. Depois da montanha existe o que parece ser um vale com um pequeno rio correndo no centro. Não deveria existir uma área verde lá embaixo! Algo está totalmente errado e anormal aqui! (...) Nossos instrumentos de navegação estão malucos! O giroscópio está apontando para baixo!10h05 - (...) A luminosidade parece bem diferente. Não conseguimos mais ver o sol. Descemos até 1400 pés e fizemos uma nova curva. Agora estamos vendo um grande animal logo abaixo de nós. Parece um elefante! Não!! É um mamute! ISso é incrível!
10h30 - Encontramos montanhas verdes abaixo de nós. O indicador de temperaturas indica 74 graus Fahrenheit (23 °C)! Fascinante!
A história prossegue com o avião de Byrd sendo abordado por discos voadores que o forçam a pousar. Ele é recebido por emissários de Agartha, que o aceitam como hospede mas expressam preocupação com os testes nucleares realizados na superficíe. Depois de uma rápida estádia, Byrd e sua tripulação são conduzidos para fora da Terra Oca. Desde essa época, uma vasta conspiração mundial esconde de a existência de Agartha. As fotos de satélite só mostram um Polo Norte sem buraco no meio porque foram devidamente maquiadas.